Dados do Observatório SmartLab/INSS mostram que os afastamentos por transtornos mentais mais que dobraram entre 2022 e 2024, passando de 201 mil para 472 mil – aumento de 134 % . Além disso, compensação com legislação como NR‑1 exige gestão proativa:
- Monitoramento de sinais de burnout e estresse;
- Implementação de canais de escuta e apoio;
- Programas de saúde mental e qualidade de vida;
- Políticas de desconexão e ergonomia em teletrabalho.

➡️ O número acima traz a lista de doenças de saúde mental que mais geraram concessão de benefícios por incapacidade temporária. O burnout, por exemplo, não está nessa lista. No ano passado, foram 4 mil afastamentos por esse motivo. Os especialistas explicam que o número tem relação com a dificuldade do diagnóstico.
➡️ Além disso, os dados representam afastamentos e não trabalhadores. Isso porque uma pessoa pode tirar mais de uma licença médica no mesmo ano e esse número é contabilizado mais de uma vez.
- O cenário por estado
O maior número de licenças está nos estados mais populosos como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. No entanto, proporcionalmente, quando consideramos o número de afastamentos em relação à população, os maiores índices foram registrados no Distrito Federal, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
➡️ Não há uma explicação para o índice de cada estado, mas especialistas lembram que no caso do Rio Grande do Sul, por exemplo, houve uma tragédia: a enchente que matou centenas de pessoas e deixou milhares sem casa, afetando diversas esferas da vida dos trabalhadores.

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FONTE DA MATÉRIA: SmartaLab
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